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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

"Can't believe it's over
I watched the whole thing fall
And I never saw the writing that was on the wall
If I'd only knew
Days were slipping past
That the good things would never last
That you were crying
(...)
Life can show no mercy
It can tear your soul apart
It can make you feel like you've gone crazy
But you're not
Things have seemed to change
There's one thing that's still the same
In my heart you have remained
And we can fly, fly, fly away

'Cause you are not alone
And I am there with you
And we'll get lost together
Till the light comes pouring through
'Cause when you feel like you're done
And the darkness has won
Oh baby you're not lost

And the worlds crashing down
And you cannot bear the cross
I said baby you're not lost..."

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

You make me lose control

"I lose control because of you babe
I lose control when you look at me like this
There's something in your eyes that is saying tonight
I'm not a child anymore, life has opened the door
To a new exciting life..."

I'm freaking out
almost

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Blah blah blah do coração

Se os sentimentos provém do coração mas o coração não passa de um músculo, como sao criados sentimentos de ódio, amor, amizade, compaixão ou indiferença? Como posso odiar alguém e dizer que não suporto essa pessoa? E como é que posso sofrer por amor?
Deveria nutrir um sentimento de indiferença por todas as pessoas pois um músculo não sente. Ou sente?
Quando afirmamos que gostamos de alguém e que esse alguém tem um lugar muito especial no nosso coração ou até que estamos apaixonados ao ponto de não conseguirmos viver sem essa pessoa, é de facto o que queremos dizer e o que sentimos ou será que apenas gostamos de estar com a mesma, do que nos faz sentir quando presente e de quem precisamos para que satisfaça a necessidade que temos de a sentir por perto, talvez para nos fazer rir, elevar a auto-estima e massajar o ego?! Afinal gostamos da pessoa ou somos simplesmente egoístas e gostamos é de nós próprios quando estamos com determinado individuo?
E quando declaramos, muitas vezes por entre lágrimas, que estamos a sofrer por amor? Que até o coração dói? O que é que isso significa? Por que é que estamos a sofrer? Porque uma pessoa que amamos nos deixou? Amavamo-la realmente ou estamos destroçados por, por exemplo, parte do nosso quotidiano nos ser retirada e não sabermos, assim de repente, de um dia para o outro, preencher esse vazio no nosso dia? Choramos por pensarmos que não voltaremos a ver aquele sorriso lindo, pelo qual sabemos ser os responsaveis, não termos mais a mesma companhia para almoçar e por não mais recebermos aquele telefonema matinal? Amamos a pessoa ou amamos o nosso "eu" quando juntos? Afinal choramos pela saudade que a sua ausência causa ou porque não sabemos reorganizar o nosso dia sem o mesmo, ou porque temos medo de recomeçar? Porque começar de novo dá um trabalho "do caraças". A outra pessoa já nos conhecia e sabia como nos fazer sentir bem. Ou devemos admitir que temos receio de já ter perdido algum encanto e não sabemos como conquistar outra vez e atrair outro alguém para o nosso mundinho? Ou então, enfim, é uma questão de hábito mesmo? Devemos dizer que o nosso coração se habituou a uma pessoa e agora dói? O que é isso?
Bem, mas eu adorava os meus ex-namorados - ou adorava estar com eles, não sei. Adorava o corpo delineado deles, o olhar concentrado, a serenidade com que dormiam, como se deitavam ao meu lado, a forma como me tratavam, como me pegavam ao colo, me tocavam, davam as mãos, elogiavam... E vêem? Rapidamente cheguei a "mim". E facilmente continuo: é que o que adorava mesmo eram mensagens de bons dias ou mensagens durante a noite de quem não conseguia dormir; gostava de ser levada a todo o lado, que me quisessem fazer todas as vontades, que me fizessem rir, ouvir as palavras "és linda" vezes sem conta, mesmo quando eu estava com um cabelo miseravel e com olheiras de uma semana, receber presentes feitos com dedicação, recadinhos numa folha arrancada de um caderno qualquer, etc etc. Gostava, sobretudo, e claro, da atenção que recebia, de saber que tinha ali alguém e de como esse alguém me fazia sentir - bem, alegre e feliz de verdade. Sonhar e sentir, por momentos, que tudo é possivel. Assim sendo, é impressão minha ou eu gosto mesmo é de mim? Ou talvez dele(s) pela influência positiva que tinha(m) no meu "eu"? É que até quando me encontrava naquele auge de amor, em que temos vontade de gritar ao mundo o que sentimos, muitas vezes o que eu dizia, era "Gosto tanto de nós!!" É normal ou isso faz de mim uma pessoa egoísta? Evidentemente que sim. Mas uma pessoa muito, pouco ou mais-ou-menos egoísta? Suponho que seja legítimo de alguma maneira. Sei lá.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Impossível ou uma desculpa de merda?

Amores impossiveis ou duas pessoas que não se gostam o suficiente para manterem a relação?O Universo definitivamente contra ou a opinião e influência de pessoas exteriores à relação mais importantes? Ilusões? Mentiras? Paixão ou um escape da realidade?
Os amores impossiveis existem ou não? Isto é, duas pessoas que se adoram mas que nao conseguem estar juntas por motivos exteriores demasiado fortes. Ou será isso uma desculpa para que não se lute o suficiente, não se dê o tudo por tudo, se ser afinal um cobarde-assustado-fraco? O que significa amores impossiveis? A frase "há pessoas que  têm de ficar no nosso coração mas não na nossa vida", o que significa? Conhecemos pessoas que se tornam importantes para nós e fazem parte da nossa vida mas apenas durante um tempo limitado e depois têm de deixar de fazer parte da mesma?! O que é isso? Felicidade limitada? As relações só acabam quando o último desiste de tentar ou por mais que ambos se esforcem não pode dar porque é assim e pronto?
Preciso que alguém me diga que os amores impossiveis existem para que eu perceba qualquer coisa. Estava a pensar num exemplo de amor impossivel mas o unico que me ocorreu foi entre um Homem e um animal. E mesmo assim, até esse pode resultar sem ser anormal e pouco saudavel, se for apenas a nivel afectivo ou de dependência homem-animal como é natural. E assim tiro as minhas conclusões.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

...

"De tanto tentar colocar um ponto final... eles acabam por se tornar reticencias!"
...e é isto!

domingo, 30 de outubro de 2011

"Sei que às vezes uso palavras repetidas, mas quais sao as palavras que nunca sao ditas?"


"Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
Ainda estou confuso só que agora é diferente
Tô tão tranquilo e tão contente..."

Chega uma altura em que nos apercebemos que "enough is enough"! O que queremos já nao é o melhor e o que achamos que nos faz feliz nao nos faz bem mais! Nao ha volta a dar. Memorias nao passam disso, os momentos nao voltam. Seguir em frente com o incentivo que o sol nos dá quando entra pela nossa janela numa manhã de Inverno é o que temos de fazer! De resto, alem de mim, nada parece ter sofrido mudanças nos ultimos tempos: a minha rua continua igual, os horarios mantém-se, ainda nem sequer o mês mudou, as pessoas falam comigo da mesma maneira, os meus vizinhos continuam a fazer barulho às horas do costume, o país continua uma miseria, as pessoas continuam a passar por mim a correr p'ra apanharem o comboio, ninguem se apercebeu de nada... Nunca ninguem espera que resolvas os teus problemas, a Terra continua a girar e a vida simplesmente segue. É estranho, mas ainda bem! Quanto a mim, sigo como a vida e enquanto o planeta gira. Life goes on! Ja nao estou "asdnkjfsg". Estou calma... e sinto-me bem!